| lisboa está mais bonita que nunca. |
como é possível não viver sob a musicalidade que as cores transmitem e ignorar que se sente nas linhas retas e circulares que formam os ângulos da vida a influência do dia a dia?
poderemos nós acordar em mi bemol ou fá sustenido e sentirmo-nos nesse dia mais direitos e eretos, clássicos portanto, por oposição aos dias em que nos levantamos sob a égide de tríades, acordes de dó maior e enrolados numa valsa desconjuntada de movimentos corporais descoordenados mas tão mais desinibidos?
e tornar isto encaixável numa vida de burocracia?







